Gestão e estratégia: lidando com a crise financeira

Por 3 junho, 2019 Notícias Sem comentários
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Planejamento e estratégias financeiras garantem uma gestão mais eficiente e estruturada para os negócios

O Brasil está vivendo um longo período de crise provocada principalmente pelo ambiente político interno e pelo mercado internacional. Em decorrência da falta de políticas de crédito do governo, alguns setores estão sofrendo as consequências, o que influencia diretamente nos resultados do PIB do país. Na última semana, o IBGE divulgou que o PIB do Brasil caiu 0,2% no primeiro trimestre, sinal que a economia ainda está estagnada.

Por isso, conhecer o contexto, o cenário e as particularidades de cada negócio são fatores importantes na busca por minimizar os efeitos gerados pela crise. Com a escassez de crédito, a retração da demanda e a dificuldade de gerar caixa, as empresas precisam definir estratégias para obter melhores resultados e fazer a gestão eficiente do caixa.

Nesse processo, é importante realizar um diagnóstico para identificar os vetores de criação de valor do negócio. Ou seja, deve-se compreender como a geração de caixa, matriz de negócios, estrutura de custos e despesas e distribuição para os acionistas estão estruturados. “Estratégia e gestão financeira são assuntos críticos atualmente porque as empresas passam por dificuldades de fluxo de caixa agravadas pela crise econômica do país”, explica Rui Rocha, sócio fundador da Partner Consulting do Brasil.

Baixa rentabilidade dos negócios, alto nível de endividamento e dificuldades de fluxo de caixa são alguns dos fatores que levam os empresários a buscar soluções. O grande problema é que as empresas começam a procurar ajuda quando a situação já está ruim.

“Ás vezes não é suficiente renegociar dívidas ou captar recursos para cobrir a necessidade de capital, pode ser que a empresa tenha outras questões tão ou mais críticas e que também precisam ser consideradas, como a dificuldade de geração de caixa, portfólio de negócios com baixa atratividade, estrutura de custos e despesas superdimensionada, ativos não remunerados ou até mesmo a falta de cultura orientada para resultado” aponta.

“Então, devemos olhar a matriz de geração de riquezas, os vetores de criação de valor, margem, precificação, sistema de custeio, posicionamento mercadológico, concorrentes e custo adequado até definir o melhor modelo para a empresa”, aponta Rui Rocha.

A definição de estratégias financeiras e a implantação do modelo de Gestão Baseada em Valor tem como objetivo estabelecer um norte para o negócio, com direcionamentos claros e foco no realmente gera valor para o negócio.

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